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Escrito por Victor Canti às 21h52 Ausência (ou O Jogo do Caráter Rarefeito) A indiferença cavalga no dorso da familiaridade. É fato! Não nos questionamos sobre o que paira por aí. Não nos relacionamos com os demais que estão aí. Tantos atos entre outros atos ao nosso redor. E o que fazemos? O que mudamos? No que pensamos? Egocentrismo é algo interessante para pensar. Não? Também é fato! O outro é apenas o outro. Nada mais. O que são as relações humanas? Ah! O quão banal é esta pergunta. Vamos lá! O que quero é o quinhão que me cabe. Nada mais. Por que mais também? Heim? Já tenho tanto... Mas, pensando melhor... Sei que me falta algo. Com toda a certeza! E digo mais, este algo está na prateleira expressa do supermercado mais próximo da minha casa. Afinal, por que sair daqui, se em dois passos alcanço sem esforço o que anseio hoje? Pois, o querer de ontem já passou. Já consegui. Enfim. É fato! Tantos fatos pra pensar que prefiro me resguardar. Já tenho tantos problemas. Pra que mais? Já estou acostumado com tudo isto mesmo. E ponto final. Vamos mudar de assunto.
Escrito por Franciscus Danton às 23h54 Vida Tida Lida Vida Tida Ida
Escrito por Victor Canti às 00h00 17h30 A tarde está caindo. O sol, preguiçosamente, deitando-se. E, no horizonte, o céu avermelhado nos deleita de uma forma díspar. Neste momento, lembro-me apenas de você. Nada mais.
Escrito por Franciscus Danton às 10h14 Um nublar passageiro? Às vezes, fico pensando sobre algo que não sei bem o que é. Vou tentando construir uma linha pra seguir, mas logo se esvai. Nada concreto. Parece que quebrei algo. Deixei passar. Não sei! (...) Na verdade, ultimamente, existem tantas coisas que desconheço e que estão tão próximas. Eu não sei mais em que eu acreditava antes. Existem tantas verdades por aí: a minha, a sua e a verdadeira. (...) Tantos projetos nesta vida. Mas falta tempo! (...) Será que algum dia estarei pronto? Incerto. (...) E o que a gente faz quando está gostando de alguém? Bem... Deixa pra lá! Isto não importa agora. (...) Afinal, o que importa agora? (...) Acho que estou sentindo saudades... Saudades de alguém que eu ainda não conheci. (...) Já me disseram pra eu parar de questionar tanto e viver mais. Porém, eu não quero simplesmente viver, mas sim existir!
Escrito por Franciscus Danton às 14h44 Frases que relutaram em se tornar poema
O quê você busca de fato? Pra quê e pra quem? Recortes de jornal. Fotografias antigas. Uma canção. A borboleta foi presa num pote de vidro. Sabe quando a gente acorda com a necessidade de ver alguém? Tenho me esforçado. Até quando se figura? Eu queria tanto ver o que aqui se passa. Sair de mim. Dono de mim... Eu quero construir um foguete e fugir para a Lua e nada mais!
Escrito por Franciscus Danton às 13h27 A viagem A música que toca os tímpanos encontra a alma Nutre, renova, transmuta, inunda e transborda Esféricas oscilações magnetizadas O ponto em comum Visível na invisibilidade No profundo do que não há profundidade Fora do alcance da contradição Elevou-se em sete níveis de consciência Refletiu milhares de anos-luz Iniciou a volta à origem Harmonia do Um
Escrito por Victor Canti às 22h56 Análises Inclino-me diante de lágrimas feminina. É fato! Não mudarei, penso eu. Fraqueza? Não considero assim. Isto não me incomoda. Também não é moda! E não mudarei, acredito eu.
Escrito por Franciscus Danton às 16h36 Enquanto o sol descansa
Então os poetas, que sonharam durante séculos, desadormecem. Assim como antes, não há século sem poeta. Assim como os anjos, os poetas não têm sexo. Há séculos... Os poetas são mulheres, são homens, são todos e todos são poetas. Os poetas brindam com os doces lábios de seus amores. Eles se embriagam com o fino vinho de seus rumores. Os poetas são idealizadores de sonhos Sim! Idealizadores de sonhos (...)
Escrito por Franciscus Danton às 19h05 Caminho Circular
Escrito por Victor Canti às 23h13 O homem que mergulhava Aproveitava os momentos. Sempre lembrando que cada qual é responsável por seus atos. Dava valor para os pequenos detalhes. Cada coisa. Cada momento. A hora era aquela. Unicamente aquela. Ele era aquele momento. Intensidade pura. Orgânico. Não se preocupava com o que havia de vir ou o que havia passado. Limpava a cabeça destas "besteiras". Suas preocupações eram as do momento. Então sorria. O comer era apreciando cada qual. Cada sabor. Cada peculiaridade. Todo o instante tem sua peculiaridade. Não existem momentos comuns. Todos os momentos são importantes. Não existe melhor. Não existe pior. Todos são iguais. Por que se preocupar com o resultado se o processo é o mais importante? O momento. O momento agora!
Escrito por Franciscus Danton às 18h44 Encanto
Alcançar a velocidade da luz Revele
Escrito por Victor Canti às 14h09 Sua presença Pelo límpido gramado vejo você passar. O seu lindo vestido cerúleo desenha muito bem a silhueta do seu belo caminhar. O dançar do seu cabelo, ao vento, desmonta qualquer sensação que não condiz com a ocasião. Impossível não perceber. Esta brisa afável, uma calmaria que me toma pelas mãos e me leva, só encontro na sua presença. Um ar brando que me afaga. Teria alguma explicação? (...)
Escrito por Franciscus Danton às 13h50 Vestígios No relembrar Como é estranho... Apenas o que digo com convicção:
Escrito por Franciscus Danton às 15h56 Não existe um título apropriado! Sofro tão quanto um não sei o quê! Ás vezes, é difícil se expressar só com palavras. Mas, uma coisa eu digo, elas aliviam um pouco a dor. (...) Algumas notícias nunca deveriam existir. AS DOENÇAS NÃO DEVERIAM EXISTIR! Elas maltratam, machucam, todos os lados. Com toda certeza, fortalecem os laços. Isto não contraponho. Mas, não existe um outro jeito pra isto acontecer? Uma maneira menos cruel? Principalmente se tratando de uma pessoa querida... Por isto digo que sofro tão quanto um não sei o quê!
Escrito por Franciscus Danton às 15h26 [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ] |